Milho brasileiro se valoriza com safra recorde
- AgroVamos

- 17 de set. de 2025
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Em agosto, o milho registrou sua quarta queda seguida na Bolsa de Chicago (CBOT), influenciado pela expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos e pela redução das importações chinesas. A commodity encerrou o mês cotada a US$ 3,85 por bushel, acumulando retração de 5,6%, após já ter recuado mais de 5% em julho. De acordo com análise do Itaú BBA Agro, a previsão de aumento superior a 60% nos estoques finais norte-americanos reforça a pressão sobre os preços no cenário internacional.
No Brasil, o comportamento foi diferente. Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, a menor comercialização por parte dos produtores impulsionou os preços em alguns polos. Em Campinas (SP), a alta foi de 0,4%, enquanto em Sorriso (MT) o ganho chegou a 6,7%, elevando a saca para R$ 44.
A Conab, em seu levantamento mais recente, revisou para cima a estimativa da segunda safra 2024/25, que passou de 104,5 milhões de toneladas (em julho) para 109,6 milhões em agosto. Assim, a produção total do ciclo deve alcançar 137 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como um dos maiores exportadores globais.
Já o plantio da safra de verão 2025/26 segue avançando, especialmente no Sul do país. No Rio Grande do Sul, as chuvas, ainda que irregulares, vêm favorecendo as áreas já cultivadas, e o plantio atingiu 32% da área prevista, segundo a Conab.
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